"Apague
Apague a luz
Você não quer ver
A olho nu
Apague o amor
Mudança de planos
Eu procuro, hoje
Poderes insanos
Mostre teu medo
Mostre teu tesouro
Não há mais tempo
De pensar, tampouco
Deixe-me te apresentar
Um personagem novo
Com a alma rica
E sentido solto
Eu sei o que posso fazer
É fácil nas minhas mãos
O meu ego se despede
Da criação...da criação
Não há mais sim nem não
Sim ou não
Mostre agora
Mostre suas armas
Eu tenho palavras
Não preciso de mais nada
Eu sei o que posso fazer
É fácil nas minhas mãos
O meu ego se despede
Da criação...da criação
Não há mais sim nem não
Sim ou não
Há um silêncio
No esquecimento
Sou eu, sem me ver
Seguindo sentidos
Lendo o teu ritmo
Calor no meu frio
Da gota do teu desejo
Eu te faço um rio
Você quer me ver?
Você quer me ver
Nem sim nem não!
Todo meu ego
Todo meu ego se despede
Da criação...da criação
Sim ou não"
FISLUZ
São Paulo, 25 de novembro de 2004.


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