"Deite
E durma esta noite
E que os velhos sonhos
Fiquem mais fortes
Indiferente
Se voltar a trovejar
Porque o barulho
Não irá te acordar
Sonho...não deixe escapar
Sonho...para escapar
Pense
Em novas cores
Guarde o passado
E enxugue as dores
Proteja-se
Se a chuva apertar
Porque toda água
Só irá te molhar
Cores...não deixe de olhar
Cores...só para olhar
Dores...deixe guardar
Dores...para escapar
Dores...deixe estar"
Fúlvio Ferrer
São Paulo, 29 de maio de 2002.


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