O céu no chão como o melhor pano de fundo
Talvez a redescoberta da mais pura verdade
A queda não é somente o fim
A sua solidão final, ela sim, dói em mim
Uma mão que te tirasse dali
Foi sua última vontade
A noite chegou
E nunca mais acabou
A vida num sopro
Sempre quer ir mais além
Está tudo bem
O sonho vai permanecer
A luz não vai desaparecer
E nem você, meu bem
Quando você deslizou pro meio do nada
Na manhã que virou escuridão
As vozes aflitas sofreram caladas
Sua existência não, não foi em vão
Enquanto você chora em silêncio
A encarada entre a dor e o medo
Vem memórias e momentos
Que tem o poder de curar
Um anjo destemido
Voando cedo e sem perigo
A vida é como o infinito
E ela nunca vai acabar
O dia chegou
A noite acabou
A vida bem vivida
Sempre quer algo mais
Agora está tudo bem
O céu é todo seu, meu bem
Talvez a redescoberta da mais pura verdade
A queda não é somente o fim
A sua solidão final, ela sim, dói em mim
Uma mão que te tirasse dali
Foi sua última vontade
A noite chegou
E nunca mais acabou
A vida num sopro
Sempre quer ir mais além
Está tudo bem
O sonho vai permanecer
A luz não vai desaparecer
E nem você, meu bem
Quando você deslizou pro meio do nada
Na manhã que virou escuridão
As vozes aflitas sofreram caladas
Sua existência não, não foi em vão
Enquanto você chora em silêncio
A encarada entre a dor e o medo
Vem memórias e momentos
Que tem o poder de curar
Um anjo destemido
Voando cedo e sem perigo
A vida é como o infinito
E ela nunca vai acabar
O dia chegou
A noite acabou
A vida bem vivida
Sempre quer algo mais
Agora está tudo bem
O céu é todo seu, meu bem
Voe além
E descanse em paz"
Fúlvio Ferrer
São Paulo, 13 de julho de 2025
E descanse em paz"
Fúlvio Ferrer
São Paulo, 13 de julho de 2025
À memória de Juliana Marins, brasileira falecida no trajeto em direção ao vulcão Rinjani, localizado na Indonésia
Nascimento 24/08/1998
Falecimento 24/06/2005


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