"Vou em direção a luz solar
Abrindo os braços contra o céu
Tudo isso e nada mais
Até ter tudo que nunca foi meu
Que dia! Mas que dia...
O tapa vem do inimigo disfarçado
O inimigo que finge estar ao seu lado
Você não pode ser outra pessoa
Eu me sinto cortado ao meio
Nas reservas que sobraram da energia
Eu procuro o centro
Todo dia é um dia
E o inimigo finge estar ao seu lado
Te "protegendo" com um golpe baixo
Palmas para as boas novas
Palmas para o seu querer
Palmas para o Ás de Espadas
Palmas sem entender
Palmas para a Dama de Copas
É desse jeito que vai ser
Tudo se resume, então
Suas conquistas serão roubadas em vão
Desça deste glorioso pedestal
Minha consequência não vem por mal
Defesa de reflexo
Silêncio de protesto
Minha contagem é regressiva
E eu conto bem quieto
Todo dia é menos um dia
Para o inimigo não estar por perto
Longe demais do que deveria ser o correto
Palmas para as boas novas
Palmas para o seu querer
Palmas para o Ás de Espadas
Palmas sem entender
Palmas para a Dama de Copas
É desse jeito que vai ser
Tudo se resume, então
Suas conquistas serão roubadas em vão
Desça deste glorioso pedestal
Minha consequência não vem por mal
Palmas para a Canastra Real
Palmas para o falso líder
Palmas para o pedestal
Palmas para te entreter
Palmas para "o que não vem por mal"
É desse jeito que vai ser
Tudo se resume, então
Suas conquistas serão roubadas em vão
Desça deste glorioso pedestal
Minha consequência não vem por mal
Seu Cristo nunca viu
O que você é (eu tenho uma confissão)
Seu Cristo nunca viu
O que você é
Seu Cristo nunca viu
Seu Cristo nunca viu
Seu Cristo nunca viu"
Fúlvio Ferrer
São Paulo, 19 de março de 2010
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